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Veículos adaptados para pessoas com deficiência

De acordo com o último levantamento do Detran sobre a Deficiência, Autonomia Pessoal e situações de dependência, o Brasil teve em 2018, cerca de 60.000 pessoas que tenha encomendado ajustes a fazer em seu veículo para conduzir.

Para que este grupo tenha independência total ao volante, existem empresas dedicadas a adaptar os veículos às suas necessidades. Aqui estão algumas das modificações mais comuns que podem ser feitas e como elas devem ser processadas:

Ajudas de condução

Estas são as adaptações mais exigentes, já que permite conduzir com as mãos o acelerador, freio e embreagem.

  • Aceleradores

No momento, existem três tipos: anel, alavanca e luva.

O primeiro consiste em um segundo anel que é sobreposto ou atrás do próprio volante e que executa as funções do acelerador, permitindo ao motorista manter a progressividade do pedal original sem liberar as mãos do volante.

A alavanca é adaptada a um dos lados do volante e tem a vantagem de que o airbag pode ser preservado. Além disso, também funciona como um freio.

O acelerador de luvas é um dos mais recentes sistemas projetados. Como o nome implica, é usado como uma luva, pressionando o polegar contra uma pequena alavanca de aceleração progressiva e suave é atingida. No mercado, você pode encontrar tanto a versão sem fio quanto o cabo.

Lembre-se, que qualquer adaptação ou modificação, deve ser alterado do documento no Detran GO.

  • Alavanca de freio

É um freio que assume a forma de uma alavanca, estando localizado sob o volante, tanto para a esquerda quanto para a direita.

  • Pedais

Existe a opção de automatizar todos os pedais, duplicá-los como nos veículos da escola de condução ou prolongá-los para pessoas com desenvolvimento limitado de membros.

  • Embreagem eletrônica

Com esta embreagem o carro se engata e desengata automaticamente, só é necessário entrar nas velocidades.

  • Telecomando

Este mecanismo consiste em um controle infravermelho que é colocado no volante e que permite ativar vários dispositivos secundários, como luzes, limpadores de pára-brisa ou chifre. É válido para deficiências do braço direito ou esquerdo.

Ajudas ao acesso de veículos

  •  Plataformas e rampas

Seu objetivo é que as pessoas com deficiência em cadeira de rodas possam acessar o interior dos veículos, se vão dirigir ou se serão movidos. Dependendo das necessidades e características de pessoas e veículos há muitos tipos de plataformas: lateral, traseira, sob a terra … A ativação é simples, pode ser feito a partir de um controle remoto.

  • Assento rotativo

A sede original do veículo gira sobre uma base para facilitar o acesso da pessoa ao interior do turismo.

  • Turny EVO

Este sistema facilita a entrada e saída do veículo para quem não consegue se livrar da cadeira de rodas. O banco do veículo roda e desce para a posição necessária, favorecendo a transferência da pessoa para o assento do veículo da cadeira de rodas.

  • Portasillas

Permite carregar e transportar a cadeira de rodas de forma independente. Você apenas tem que apertar um botão para que a porta traseira se abra ou feche e um braço mecânico leve a cadeira até a porta do motorista.

Procedimentos

O Detran  exige o cumprimento de vários requisitos para poder processar qualquer tipo de mudança que ocorra em um veículo.

Por um lado, pede um relatório elaborado pelo fabricante do veículo, seu representante legal ou oficial credenciado pelo Detran, que demonstra que a realização da modificação não implica uma transformação das características do carro e que as mudanças são aprovadas.

Um  certificado da oficina  especificando os componentes incorporados e o projeto técnico no qual se explica que as condições de segurança viária e proteção do meio ambiente são equivalentes àquelas exigidas nos requisitos gerais também são requeridas. Este projeto deve ser assinado por um técnico competente e endossado pela escola oficial correspondente.

Finalmente, é essencial que depois de ter toda esta documentação, a Inspeção Técnica do Veículo seja aprovada , dentro de um período máximo de duas semanas após ter feito a adaptação.